segunda-feira, 25 de outubro de 2010

MUDEI DE PLANETA

Caros visitantes, voces nem podem imaginar o que é sair da mesmice do dia a dia e abrir perspectivas para o Mundo. Nem diria o nosso  planeta porque já me disseram que ele  é do tamanho de uma ervilha, mas diria romper com todas as fronteiras e partir para um desconhecido fantástico. Viver a cada minuto experiências novas e estar aberto para saborear intensamente cada novo aprendizado. Hoje por exemplo eu entrei na sala de aula e a professora nova me cumprimentou. Eu respondi com um fine thanks and You. E ela me respondeu que ficava feliz que eu estivesse bem, mas que ela não tinha perguntado nada sobre mim, apenas me cumprimentado. É um outro enfoque. Achei engraçado e lancei um "sorry", mas o que eu quero dizer com isto é que eu não posso me fixar no que seria uma grosseria no meu país,  mas pensar em como isto soa para o inglês. Tenho certeza que a professora quis me passar este ensinamento. Nào é uma maneira leve de tratar o semelhante, mas é o jeito de ser deles. É preciso aprender para pode conviver.
Por outro lado, pequenas descobertas relativas a própria sobrevivência vão acrescendo conhecimentos: como usar máquinas públicas, conseguir preços mais baixos em transporte ou outras compras, enfim tudo é novo, portanto nem um dia é igual ao outro. Isto é absolutamente saudável. Se eu estivesse em São Paulo estaria vendo televisão, lendo um livro,  indo ao shopping, cuidando das plantas e eventualmente fazendo a coisa que mais me agrada ( e da qual eu sinto muita falta - brincar com os netos, ver os filhos e noras).Aqui todo dia é dia de visitar museu, eventualmente ir a um musical, ver uma exposição, visitar um ponto turístico ou simplesmente vagabundear pela Oxford Street, sob o clemente sol de outono.
É demais .......ou está na medida do que precisamos para que a vida continue  bem? Deixo ao seu critério a avaliação.

Nos países do Norte, o frio chegou intenso. ë minha opinião de brasileira que vive na serra paulistana, ou seja opinião... quase imparcial.
Abaixo, fotos das andaças do último fim de semana.

Escolhendo tamancos holandeses para os netos em Volendam - Holanda


Mercado flutuante de Flores em Amsterdã






Vista de Amsterdã a  partir de um tour de barco



Neve em Brugges - Bélgica



domingo, 17 de outubro de 2010

CIDADE ENSOLARADA


PONTOS TURÍSTICOS DE LONDRES E ADJACÊNCIAS




London Eye - enorme roda gigante que gira lentamente e dá uma vista fantástica de toda a cidade. A volta demora meia hora, e a cabine é parecida com as dos bondinhos do Pão de Açucar.É bem segura (domingo 10 de outubro)




Tower Bridge. Linda, vale a pena uma visita ao seu interior (domingo 10 de outubro)




Cruisse pelo Tâmisa. Quem compra o passeio de ônibus tem direito a um passeio de barco (domingo 10 de outubro)





Ponte dos Suspiros - Oxford sábado 16 de outubro





Centro de Oxford



Casas de pedra em Cotswolds - interior da Inglaterra





Casa onde pode ter sido criado Shakespeare em Stratford Upon Avon sábado 16 de outubro



Casa onde viveu Shakespeare (sábado 16 de outubro)

ALGUMAS DICAS

Algumas dicas de como se virar em  Londres

                Como usar o metrô:
O meio mais fácil que encontramos foi comprar o Oyster Card. Existe um site que mostra como é o cartão,  como usar e como identificar os locais de recarregar e de passar na catraca.
O primeiro  Oyster nós compramos na bilheteria. Até hoje não sei se ele sai pelas máquinas de  auto atendimento.
É similar aos cartões fidelidade do Metrô de São Paulo. Trata-se de um cartão de plástico (como os cartões de crédito). É um cartão pré pago. Você deve recarregar, antes que acabe senão pode levar multa. A recarga é feita nas máquinas de auto serviço existentes nas estações do metrô. Vc  vai seguindo as orientações que  aparecem na tela e paga com cartão ou dinheiro. O dinheiro quando está dobrado ou meio amassado é rejeitado, então achamos melhor pagar com o cartão, no débito ou no crédito.
Há ainda cartões semanais, que representam uma boa enconomia, para quem vai ficar uma semana ou mais. A faixa de preço é de 28 libras, mais ou menos e se pode andar na região escolhida, de metrô e tbém de ônibus.
Há nas estações guardas sempre atentos  que correm quando vêem alguém se atrapalhar com o uso da máquina. Se você precisar e não ver um por perto procure-o. Eles são solícitos, atendem bem 
                                       MEIOS DE TRANSPORTE
O trânsito de São Paulo é soft perto do daqui. Nas  noites de final de semana,  as ruas ficam entupidas. Não se vai nem pra frente nem pra trás.  Também assim nas estradas. Em geral o trânsito é caótico e existem poucas opções de estacionamento no centro. O uso do carro é desestimulado pelas autoridades de trânsito. Taxis não são fáceis de pegar. Os mais disponíveis são os táxis de ciclistas, que puxam um carrinho onde cabem duas pessoas. Ainda não usamos mas pode ser interessante para driblar o trânsito. Mas eles circulam ali pelo centro (Picadilly e adjacências) , não os vi nos bairros.
Assim, o metrô segue sendo a melhor opção, mas  o serviço deixa a desejar.  O sistema é velho, a malha é extensa e se espera bastante tempo ( para o meu gosto ) nas  estações. O tempo que se espera aqui ( até 8 minutos) seria impensável para São Paulo, onde o pessoal reclama de barriga cheia..
Nos finais de semana as linhas podem parar, ou trechos. Há que se ficar atento.
Os taxis, chados de Cab,  circulam sempre cheios. Para pequenas distâncias os preços são razoáveis. Existem lojinhas ( os pontos) aos quais vc recorre quando precisa de um e eles chamam o mais próximo.
COMIDA
Por falar em barriga cheia, estou com um buraco na minha. Estou comendo cada vez menos. Há restaurantes  de todos os tipos e nacionalidades, franceses, italianos e orientais. A pior comida é a inglesa. De longe.. Mas comer na rua todo dia é enjoativo. Os sucos em geral são artificiais. Até agora só encontramos suco natural num restaurante SAFADI,  libanês, s que fica na Hight Holborn ( avenida perto da escola).
O que nos salva do gosto ruim na boca são os sorvetes. Só lamento que estar comendo cada dia menos ainda não tenha surtido o efeito mais desejado:  emagrecer.
TEATROS
Os bilhetes comprados pela internet são o dobro do preço das bilheterias oficiais espalhadas pela cidade. Na estação de metrô LEICESTER SQUARE ( próximo as catracas) existe uma lojinha que vende  ingressos. Há possbilidades de compra para o mesmo dia.
AS PESSOAS  E COMPORTAMENTO
Como toda a cidade cosmopolita, aqui vicejam todas as tribos.Há os extremamente gentis e solidários,  existem pessoas de todas as raças e nacionalidades,não causa espanto as explícitas manifestações de carinho entre casais do mesmo sexo, nos espaços públicos. Os trajes são livres, totalmente. Há quem use sapatos com um pé diferente do outro, os cabelos podem ter 3 ou 4 cores. Os cortes radicalizaram. Tem mulhere com a metade da cabeça raspada e a outra com um lindo penteado.
Eles gostam de beber. Depois do expediente é usual ver as pessoas tomando suas cervejas na calçada dos pubs.
Mas existe uma coisa comum para toda esta gente: o falar é quase sussurrante. Ninguém levanta a voz, não existem discussões acaloradas ou gargalhadas, onde quer que seja. Eventualmente isto pode acontecer com grupos de estudantes colegiais, mas não é bem visto. Há uma censura social a loud voices.
Na escola vejo que os grupos se formam por nacionalidade. Mas me parece uma coisa meio que de sobrevivência. Os afins se procuram. Minha classe é de italianos, coreanos e brasileiros 9 pessoas.    um relacionamento cordial dentro da sala, nada muito efusivo, no final os grupinhos se reúnem e cada um fala no seu respectivo idioma.
Acho que as amizades devem se formar no trabalho, com um convívio mais intenso. Não me parecem que eles sejam de muitas reuniões ou amizades variadas. Mas isto ainda não é uma constatação, é uma vista superficial.
Vou postar fotos das últimas viagens e passeios para não fica muito atrasada nas informações. See You later.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

STARTING

Primeiro dia de aula. Marcamos para acordar às 7 horas da manhã  pois deveríamos estar na escola as 8,45 horas. Aí percebemos que com toda a tentativa de inaugurar uma pontualidade britânica, não conseguimos chegar a tempo e a hora. Pois o nosso endereço é longe. Pegamos uma só linha, a azul (Picadilly Line), mas leva 40 minutos. O trem é lerdo e não tem hora pra chegar. E o pessoal reclama do nosso metrô de São Paulo, que é coisa de primeiro mundo.
A escola já tinha a previsão do atraso dos alunos e quando chegamos as 8:55  na verdade eles apenas estavam recepcionando os estudantes novatos, mostrando a escola e falando das regras. As aulas iniciaram as dez e trinta. Foi um stress, achei que nunca iria entender o que falavam. Toninho teve a mesma impressão. Hoje está mais light, mas mesmo assim temos que redobrar a  atenção para não perdermos o fio da meada. Afinal concorremos  com pessoas bem mais jovens.  Foto abaixo: Toninho estudando na Library


Temos 3 horas aula de gramática, conversação, fonética, e oitiva e duas horas a tarde, de prática.
Nos intervalos fazemos passeios. A escola é no Centro e muito perto do British Museum. Dá pra ir a pé. Estamos vendo o Museu  por seções, pois dispomos de tempo pra ver tudo com calma.
 Já passeamos pelos principais pontos da Capital, como o Parlamento com Big Ben,





 Abadia de Westminster, ligeira vista do Regent Park , Saint James Park e Buckingham. Muito bom passear a pé nas ruas de comércio, como a Oxford Street, Regent Street, New Oxford.


No final de semana fomos ao País de Gales. Fica perto de Londres. O lugar é muito bonito, cheio de casas deliciosas, lindas propriedades rurais e muitos castelos.
Estivemos em Cardiff, a capital. É arrumadíssima, pequena, tem teatros e museus nos parques. A rua principal de pedestres chama-se Queen Street. É super cheia de gente, um pessoal jovem com cabelos pintados de várias cores, do roxo ao alaranjado, enfeitados ainda com tatuagens e piercings.

Em frente a esta rua ergue-se imponente o Castelo de Cardiff, cuja torre contem figuras  muito bem restauradas ( coloridos e dourados).


Fomos ainda visitar o castelo de Caerthily.

castelo não é habitado, na verdade está meio em ruínas, mas está sendo restaurado. Entre seus muros artistas fazem encenações  da vida dos Celtas, primeiros habitantes do lugar.

 Eles se vestem a caráter. Há grupos soltando pedras pela catapulta, no rio, há guerreiros lutando e arqueiros, orientando os turistas e iniciando alguns ( como eu) no arco e flecha.


Voltamos a noite e fomos ao Westfield Shopping Centre, o mais novo shoping de grifes de Londres. É gigante . Vale a pena. Os preços são ótimos e se encontra de tudo ( Channel, Dior, Louis Vuiton, Marc Jacobs, Michael Kors, dentre outros. Uma reprodução da Harrods, mas mais em conta.
É impossível resistir. Vou dar alguns preços: capa de chuva da Michael kors (255 GPB ou Libras), bolsa Guess 185, sapatos baixos da Guess a 70 Libras, mantôs de várias grifes na faixa de 150 libras em média ( e são tão bonitos que a gente só lastima ter um inverno tão curto no Brasil).
As marcas mais concorridas praticam preços mais altos, mas mesmo assim um relógio Armani pode custar 150 libras. ( convertendo para reais multiplique por 2,90, dá o preço aproximado).Por hj é só e  aviso: duas atualizações do blog na semana, só se tiver outra greve do metrô. Bjs a todos


  



domingo, 3 de outubro de 2010

ARRIVAL

A viagem foi desconfortável. O avião estava lotado, os comissários não conseguiam atender todos os passageiros. As bebidas chegavam muito tempo depois de se concluir a refeição. Ainda bem que quando acordei já divisei Portugal, ensolarado, um litoral lindo. Passamos pela costa da Espanha, com uma leve entrada na França. O dia estava radiante. Pudemos ver ilhas, cidades, rios e povoados, além das fazendas francesas, todas demarcadas. A entrada na Inglaterra é rápida, as cidades puderam ser mais bem avistadas por causa da menor altitude.
Chegamos com meia hora de antecedência do previsto, mas eu tive que passar por uma longa fila na emigração. Toninho como tem o passaporte da Comunidade Européia, passou em cinco minutos e ficou me esperando.
Resolvidas as formalidades pegamos um metrô até nossa casa, no bairro de Ealing (seis estações a partir do aeroporto de Heathrow). Só demos pela dificuldade quando tivemos que largar o carrinho para entrar na estação.*
Foto da Northfield Road, na chegada

A estação de destino não tinha elevador, nem rolantes. Ainda bem que dois rapazes se ofereceram para levar as malas até o alto. Ufa!  Não localizamos taxis** e acabamos caminhando devagar até a casa (não fica perto).
Ainda bem que o dia estava lindo e ensolarado, porque debaixo de chuva ia ser o caos.
Na casa fomos recebido calorosamente pelo casal proprietário e pelo filho de dez anos. O apartamento que nos foi destinada fica no terceiro andar da casa e é isolado, portanto garantindo privacidade. A saída fica justamente diante da porta principal o que também dá independência. Gostei.
Por outro lado é tudo novo em folha, quer dizer, a casa é daquele estilo inglês típico, mas está  reformada, tem todos os confortos necessários e até alguns luxos ( para brasileiros), com cabides aquecidos para toalhas nos banheiros. As roupas de cama e banho estavam novas em folha e perfumadas. Havia um lindo arranjo de flores no quarto, que é amplo e iluminado, com sofá, móveis novos e coordenados, além de internet e uma TV LCD.
Depois de banho e desfazimento de malas fomos jantar, aqui no bairro mesmo . A Northfield Road, via principal de comércio, é cheia de restaurantes: chineses, indianos, um francês e nepaleses. Com jeitinho de bistrô, escolhemos um Nepalês, cujo tratamento foi impecável, comida exagerada e como não comemos tudo ( e não se pode desperdiçar) eles nos entregaram a conta junto com uma sacola de quentinhas.  Ficamos meio perplexos, mas levamos e ofertamos aos nossos  anfitriões.
Domingo foi um dia agitado. Cedo fomos até o Museu Albert e Victoria***


 ( fica e frente ao Hyde Park), para ver exposição dos vestidos da Grace Kelly (último dia). De fato uma maravilha, impecavelmente confeccionados na Maison Chanel e em outras casas famosas. De quebra vimos o famoso vestido de gala da Lady Di, bordado em pérolas.
No intervalo entre a compra e a hora (aprazada****) da entrada fomos passear no Hyde Park   e apreciamos os cavaleiros e seus cavalos puro sangue ....inglês. Me lembrei da Hípica de Campos do Jordão.
Depois almoçamos num bistrô diante da HARRODS, cuja comida estava muito saborosa. Aqui a fama é de uma comida pobre e sem gosto. Mas até agora demos sorte (inclusive quanto a porção razoável de  sal, pois eles não usam muito o tempero).
A HARRODS é a HARRODS. Loja linda, não só no conteúdo, mas na sua arquitetura e decoração).Tem que ter dinheiro para ser um consumidor nos domínios de Al Fayed,  porque são muitas coisas lindas, desde o setor de alimentos (como queijos que eu nunca tinha visto ou ouvido falar). Os preços não são um absurdo, são mais baixos que os da  Oscar Freire ou Shopping Iguatemi, no Brasil. Mas ainda assim são caros. A loja estava abarrotada de gente de todas as partes do mundo. Achei no subsolo umas liquidações de bolsas de várias marcas (Michael Kors, Marc Jacobs, Fendi, etc..a excelentes preços). Pode-se achar capa de chuva na faixa de 800 libras, o que equivale a R$2.300,00 + ou -.
Andamos ainda no Oxford Street, mas nada mais tinha graça após ver o templo maior do consumo.

Sobre a aula e outros  babados conto amanhã, que será greve do metrô, e estamos meio que dispensados das aulas. Até.
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*Não há dificuldades no aeroporto, pois é muito bem sinalizado. É só seguir as indicações, para qualquer tipo de transporte escolhido.
** Não achamos taxis na Estação de Northfield  porque eles não estão disponíveis na rua. A gente entra numa loja de CAB (que é taxi em inglês) e  pede o carro. O encarregado chama o mais próximo em circulação, pelo rádio . Pequenos detalhes que deixam a gente com cara de provincianos. Nem vimos a tal loja, só dias depois é que descobrimos o misterioso ponto.
***O Museu Albert and Victoria  fica na estação South Kensigton do Underground (Metrô), com saída direta .
**** O museu pode ser visitado a qualquer hora, porém as exposições temporárias são pagas e a hora é marcada

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

NUVENS NEGRAS VÃO SE DISSIPANDO

Muita correria nesta reta final.
Foi emitida nova passagem para o Toninho, mas a anterior, que foi cancelada, ainda não foi estornada do cartão de crédito.
Também meus pontos do cartão fidelidade Tam não foram creditados ( pela desistência da primeira passagem).
Vamos aguardando e torcendo para que tudo entre nos eixos.
Já fomos informados pela escola sobre o nosso alojamento. Fica na linha azul do metrô (Picadilly Line) e parece um bom lugar.
Minha amiga Lu, que está na Inglaterra, estudando na mesma escola, continua me desestimulando a encher as malas. Incentiva sempre a comprar tudo lá. Fala que o mais caro são os alimentos ( um almoço trivial fica em torno de 13 libra e cafezinho 1,71 libras). No mais ela informa que desde roupas a eletrônicos tudo está super barato. Então decidi tirar da mala o secador de cabelo, cujo preço é de cerca de 7 libras.
Puxa! Comprei um steamer (ferro a vapor que passa roupas no cabide), especialmente para levar. Será que devo deixá-lo? Ainda não me convenci a abandoná-lo. Não sei como é esta coisa de passar a ferro em Londres...Ainda vou me informar. Preocupações femininas...
Bem, como a mala vai esvaziando eu vou falar por cima o que vou levando, conforme prometido nas postagens anteriores. Não sei se é demais ou se é insuficiente. Só chegando lá para saber.

A LISTA
FEMININA

4 blusas de lã
1 conjunto de moleton
3 pijamas quentinhos
1 chinelinho de quarto
1 havaiana para banheiro
2 botas ( cano alto e curto), pretas
1 sapato social preto
1 sapato baixo preto
1 tênis
7 calças ( de inverno, meia estação e jeans)
2 camisas de manga comprida
2 camisetas
4 blusas de 1/2 estação
2 casaquinhos leves
2 vestidos ( um social e um casual)
3 echarpes (uma de seda, 2 de lã)
1 lenço menor
15 pares de meia ( 8 meias calças normais , 2 de lã, e o resto 3/4)
1 casacão de lã semi-longo, caramelo
1 casacão preto
2 bolsas sociais
2 bolsas para o dia-a-dia
lingerie ( tudo o que tiver)
remédios
perfumes e cosméticos
kit de costura
kit de unhas
ferro de viagem
depilador elétrico
acessórios (bijuterias, cintos, lencinhos)

MASCULINO

1 tênis
2 sapatos ( um preto e um marron)
1 sandália
1 chinelo de quarto
1 havaiana para banho
8 calças ( a maioria quente porque os homens são friorentos)
4 camisetas
4 polos ( mangas longas e curtas)
2 camisas sociais
1 gravata
4 camisas de manga curta
1 casaco de lã ( curinga, que pode servir como blazer)
2 empermeáveis ( um leve e um pesadão)
2 blusas de lã
3 pijamas ( 2 quentes e um mais leve)
1 pulôver
12 cuecas
meias ( 12 pares - várias de lã)
2 ceroulas
1 echarpe
perfumes, desodorante
remédios
3 lenços

Em tempo: as roupas foram colocadas conforme instrução de sites que ensinam a arrumar malas. As calças foram estendidas no fundo, pernas para um lado e para o outro,de forma alternada. O centro foi preenchido com roupas dobráveis e enroláveis, depois as pernas das calças foram viradas por cima. Pela importância de se proteger as roupas dos sapatos, estes foram acondicionados em sacos próprios , evitando-se assim que cheiros desagradáveis venham a contaminar as roupas ou o seu contato direto venha a sujá-las. Por falar em cheiros, para deixar a mala perfumadinha foi colocado um sabonete de aroma delicado no meio das roupas.
Um abraço a todos os leitores e até a próxima. Graça Londres

sites correlacionados:
www.oficinadamoda.com.br
wwww.delas.ig.com.br
www.dicasdemulher.com.br

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

TROUBLES

- Em véspera de viagem tudo pode acontecer, até alarme falso de cirurgia de emergência e cancelamento de uma das passagens. A cirurgia foi descartada com uma tomografia reveladora. Tudo sanado retornamos aos trilhos. A outra questão foi do cancelamento de uma das passagens. É um episódio que merece ser contado porque o nosso intuito é falar dos problemas e sua superação. Já viajamos muito e sabemos que nem sempre “ tudo são flores”. Podem ocorrer entraves em qualquer momento, seja durante a preparação da viagem, seja após. Bom estar atento.

- Então, como disse acima, tivemos problema com uma das passagens. Quando fomos comprar a de volta (há seis meses do retorno), constatamos que fevereiro é considerado alta temporada ( 40 mil pontos por trecho) e os pontos que tínhamos no cartão fidelidade não seriam suficientes para uma das passagens. Tentando comprar a dinheiro , constatamos que os preços de ida e volta são bem próximos da compra de um só dos trechos. Resolvemos cancelar a adquirida com milhagem (a de ida),requerer a restituição da milhagem e usar tais créditos para upgrade na classe executiva. Deste modo uma das passagens foi comprada com dinheiro, ida e volta. Aqui surgiu o segundo e mais grave problema: a nova passagem foi emitida com o sobrenome intermediário do meu marido e não o último, de acordo com exigência legal. A passagem não é válida, não havendo possibilidade de correção pelo sistema ou pela empresa aérea. No entanto abortar esta passagem é complicado pois significa cancelá-la, bem como estornar os valores junto ao cartão de crédito. O cancelamento tem outras implicações, a possível aplicação de multa pela empresa aérea e a redução do limite do cartão de crédito até a regularização pela Administradora, por pelo menos um mês, na melhor das hipóteses. Ainda corremos o risco da perda do dia ou do assento marcado, por estar muito próximo (algum esperto pode no interregno da desativação da passagem pegar o lugar. Aí, se o vôo estiver lotado....).
Até o fechamento deste texto ainda não tinha nenhuma informação segura sobre a emissão de novo bilhete. Vamos aguardar o desfecho..... em cólicas, mas com otimismo.

- A fase atual está focada em questões administrativas e cuidados pessoais: regularizar contas que não podem ser pagas automaticamente, informar aos credores os endereços dos procuradores para envio de cobranças no novo endereço, atualizar Carteira de Habilitação, além dos cuidados pessoais (cabeleireiros, ótica para troca dos óculos, médicos, dentistas, etc..)

- Nos dedicamos ainda, a compras de roupas de frio (roupas quentes de dormir, malhas, calças, vestidos) e semi-jóias de pedras brasileiras ). Apesar dos preços convidativos do final de temporada de inverno, não podemos esquecer que são preços de Brasil e aqui roupas são caras, sapatos idem, comparativamente à Europa. Esta fase já considero encerrada, mormente depois das informações, de que os preços de roupa e correlatos por lá, estão convidativos. Uma delas veio com a leitura da revista Viagem e Turismo, Ed. Abril, mês de agosto (10 Razões para ir à Europa Agora!), confirmadas por uma sobrinha que esteve residindo no Reino Unido e uma irmã, que está na Europa.

- Roupas nos reportam a bagagem. Pelo Google, conseguimos interessantes informações sobre como arrumar as malas e o conteúdo necessário. A leitura das reportagens e toda a "literatura" examinada foram responsáveis pela revolução nos meus conceitos arraigados, sobre o que e quantas malas levar. Racionalizar, para não incorrer em exageros é razoável, considerando-se as facilidades em se adquirir bons produtos por lá e deixar de lado o fantasma de transportar vários volumes de malas pesadas. Estamos sem tempo para informar os sites e blogs, mas é só jogar os marcadores “arrumando as malas” , “viagem à Europa”, “como fazer malas”, etc que aparecem sites bem pertinentes e boas orientações. Discutiremos este assunto na próxima postagem. Ainda temos que fazer a prova de inglês, para ver o nosso nível de conhecimento. Até breve.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Materializando o sonho

Esta é uma estória, que ao contrário das outras começa pelo  fim. 
Sim, porque após 32 anos de trabalho, fui pressionada pelos familiares a dar um  `end `na vida laboral, formal. Este final foi doloroso porque fez abrir-se um enorme vazio. Mas para quem sempre teve uma vida super ativa, logo começou a vir a tona antigos projetos, para preencher este espaço deixado pelo trabalho rotineiro. A cobrança do marido logo tornou-se pressão para me definir pela viagem de estudos ä Inglaterra. Estudos sim, mas nada relacionado a nossa vida profissional e sim um estudo de inglês, para dar ferramentas de comunicação.... para as próximas viagens...

  Hummmmm, antigamente este lembrete seria  promissor, mas agora com o Julio e o Vitor animando o pedaço,  o entusiasmo não foi mais aquele esperado. Os netos iriam crescer sem a gente acompanhar de perto. Difícil opção.
Falamos com os filhos. Com  a promessa de que haveria um grande encontro no Natal, além de outros empurrões  foi finalmente dada a largada....

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A CONTA CHEGA.... E.... PENSANDO NA BAGAGEM

Retorno das férias. Hora de examinar o bolo de correspondência deixado à porta, pelo fiel carteiro desta rua. Chegou! Ela chegou, enfim. A famigerada conta chegou em meio aos papéis de propaganda, cartões de cumprimentos pelo aniversário, dentre outros.Ela veio na fatura do cartão de crédito. Isto é bom, pois não queremos deixar nada para a última hora. Fica para o mês que vem, que é o mês da viagem, apenas o acerto do seguro. Queremos comprar a passagem de vinda, mas ainda estamos em dúvida porque pretendemos fazer outra viagem antes do regresso ....., resgate de um sonho de criança, que contaremos oportunamente. Não sabemos ainda o tempo que dispenderemos nesse misterioso destino para marcarmos a viagem de volta ao Brasil. Já recebemos um guia de presente. Estamos avaliando o tempo para cada local daquele bucólico país e enfim termos uma noção dos dias da viagem de encerramento. Uma dica..O British Museum será um ensaio para essa nova visita...
Depois de uma rápida ausência na próxima semana, iniciaremos as compras para as roupas de frio. Pensamos ir a mega loja da “ Decatlon”, em São Paulo, para comprar meias de esquiador ( não se afobem, meus joelhos não autorizam esse simpático esporte de inverno), as meias são maravilhosas para aquecer no gélido inverno Londrino. Vamos ver se ainda conseguimos comprar roupas grossas , como calças, blusas de lã, etc..Há boas liquidações na praça e roupas de inverno podem ser compradas nas regiões serranas paulista, a preços módicos.
Para os netos já compramos botas croc de pêlo em Campos do Jordão, pois são impermeáveis e com o derretimento de neve não há risco de molhar os pés.Lá tbém tem para adultos, mas não fazem o nosso gênero.Vamos ensaiar a arrumação das malas para ver o que levar e o que cabe,pois não suportamos viajar com uma montanha de bagagem. Depois disponibilizaremos o rol, bem como faremos uma avaliação quando chegarmos a Londres. Bye.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

SEGURO DE VIAGEM (CLIQUE AQUI PARA VER AS TABELAS)

A questão do seguro de saúde na maturidade é de suma importância. Não dá para vacilar. Ademais, considerando que parte do período do curso vai ser no inverno, época de neve, chuva e muito frio, há toda sorte de risco. Pensando assim recorremos à Escola, que inclui no pacote um seguro, mas o achamos insuficiente. Pesquisamos alguns outros que pudessem oferecer uma razoável cobertura para eventuais tratamentos médicos e outras emergências. Após a seleção de itens que reputamos importantes recorremos à agência de turismo que ofereceu duas alternativas, mais ou menos dentro do que pretendíamos. Em anexo preços e ofertas de cada uma das empresas. Como se pode ver, não compramos nenhum pacote fechado, porque para a nossa faixa etária ninguém pensou ainda em conjugar os interesses e as necessidades para uma estadia de conforto e segurança.
Mas também é possível fazer umas escolhas livres, como as que fizemos, o que pode ser administrado e implementado por qualquer agente de turismo.
Enquanto os interessados analisam os documentos em anexo, nós vamos saindo de férias com os netos. Não podemos perder um minuto... pois já sentimos muitas saudades. Um abraço a todos e até nosso regresso das férias de julho, quando contaremos sobre os preparativos finais da viagem, que incluem curso de informática , a criação do blog e do twitter, conhecimentos de Internet e outras ferramentas de comunicação para os contatos a partir de Londres.

ORÇAMENTOS PARA SEGURO

sexta-feira, 2 de julho de 2010

PREÇO E COMPRA DA PASSAGEM


Vamos repassar alguns preços, somente para dar noção, porque cada caso é um caso. Tudo vai depender das exigências do estudante. Nos decidimos ( como dito na postagem anterior) por ficar um mês em casa de família, em apartamento privativo, ou seja, quarto com banheiro reservado. Não pensamos em transfer, porque conhecemos razoavelmente a capital inglesa e achamos um caro desnecessário, pagar pela recepção e transporte até a casa ( o transfer), que sairia por  oitenta libras para cada ( multiplique por 3 e teremos o preço em reais). Mesmo que o preço fosse individual, seria caro. Gente! Não compliquemos, basta pegar um taxi. O nosso "inglês" dá para pegar um taxi e algumas coisas mais.
A passagem acabou não entrando no orçamento porque usamos milhagem da TAM. Mas só adquirimos a ida, por causa da exigência de ser comprada somente seis meses antes da viagem. Já marcamos o assento, inclusive.

Escolhemos curso de 4 meses, que se estenderia de setembro a janeiro de 2011, com descanso entre o Natal e o Ano Novo. Ainda ficaremos em fevereiro por lá, mas não na Inglaterra. De férias, claro! Afinal não somos de ferro.Estudante sofre!!!!!!

Só a título de curiosidade: a passagem , em classe econômica sai por volta de 1.100 dólares (ida e volta)

ORÇAMENTO PESSOA

Curso: L 2965

Taxa de Matricula: L 150

MORADIA: L 150,25 X 4= L601

SEGURO: U$ 622 (X 1,90)=

A cotação da Libra, por ocasião do pagamento da reserva (20% do valor total) era de R$2,90.

Para maiores esclarecimentos sobre preços de outras escolas, acessar os links na postagem anterior.

Sobre o seguro de vida falo na próxima postagem que vou ver o jogo do Brasil com a Holanda. Quer dizer ...estou vendo...NÃOOOOOO, NÃO É POSSÍVEL!!

Graça e Toninho


terça-feira, 29 de junho de 2010

ESCOLHENDO ESCOLA E ALOJAMENTO

Londres foi nossa escolha desde o começo, porque gostamos muito da cidade, que é cheia de atrativos, vida cultural intensa, lazer, exposições, museus, parques lindos, tudo do que gostamos.Com a visita a agências de turismo especializadas chegamos a balançar entre a capital britânica e cidades do interior, como Brigton, Bournemouth, Oxford, Cambridge, Bristol. Os preços no interior são bem convidativos. Tanto de escolas como de hospedagem. Mas acabamos “batendo o martelo” por Londres, porque queríamos mesmo uma metrópole, bem servida de shoppings, teatros, além de simpáticos PUBS.

Voltando às escolas, há várias dedicadas ao ensino do inglês e de outros idiomas a estrangeiros ( links adiante). Optamos pela International House - IH, em razão da localização no  COVENT GARDEN, coração de Londres. As demais são bem recomendadas, mas esta nos pareceu boa, com modernas salas de aula, disponibilidade de computadores, lousas interativas, biblioteca grande e laboratório digital de idiomas.

Também a programação dos cursos é muito simpática com aulas ao ar livre, viagens, etc..

E a hospedagem? Algumas foram as alternativas: casa de família,hotel,  apartamento compartilhado com outros estudantes ( com banheiro privativo ou não) e apartamento tipo estúdio ou com um dormitório. Os apartamentos compartilhados foram descartados pelas agências porque as escolas não permitem. Questão ligada à idade. Não foi esclarecido o motivo, mas deduzimos que a decisão decorra de experiências anteriores, que podem não ter dado certo. Afinal, os mais jovens gostam de festas, cantorias, bebedeiras etc..E os mais velhos gostam de ler, de beber com moderação (rsss finjam acreditar) além de dormir mais cedo. Vejam aí outra diferença entre os intercâmbios nas várias faixas etárias.

O hotel foi o primeiro rejeitado por nós, porque além de bastante caro, é muito impessoal. Em pleno inverno Londrino, não deve ser agradável morar  em um  hotel.

A casa de família foi muito votada pelas agências, mas resistíamos pela questão da privacidade até que...... pesquisando “booking”, no google, constatamos que os preços de apartamentos são muito diferentes dos oferecidos pelas agências no Brasil e que os preços mais razoáveis são os das casas de família. Os apartamentos, assim como as casas,  são vinculados às escolas/cursos e os preços são exorbitantes. O apartamento que idealizávamos, com um dormitório, sala, cozinha e banheiro teria o custo mensal de R$12.000,00 (preço que no Brasil possibilitaria o aluguel de apto ou casa de luxo).Opção descartada, porque afinal não pensamos apenas em pagar alojamento, mas gastar também com diversão e compras. Já na busca através do site abaixo , os preços são bastante diferentes e mais razoáveis. Por volta de R$2000,00 por mês. Conversando com o nosso “personal” agente de viagem ( leo@talentoturismo.com.br), fomos aconselhados então, a pagar um mês em casa de família com apartamento privativo ( quarto e banheiro) e, uma vez estando lá, procurar um apartamento para alugar . As vantagens seriam, primeiro que as casas são sempre próximas à escola e segundo, porque em um mês é possível adaptar-se à cidade e com calma procurar o apartamento ideal, em localização e preço.

Pacote fechado. Sucumbimos à proposta acima, mas ainda estamos com um pé atrás...
LINKS:
http://www.ihlondon.com/
 
www.francesking.co.uk/
 
http://www.malvernhouse.com/


escolhendo apartamentos ( booking):


http://studios92.com//

POR GRAÇA LONDRES

sábado, 26 de junho de 2010

definindo objetivos, traçando metas

Fevereiro de 2010. É chegada a hora de definir o período de estada na Inglaterra, a cidade, o curso, os valores que pretendemos (leia-se) podemos gastar. Ou seja, fazer o planejamento. Toninho ligou a palavra intercâmbio a morar em casa de família. Esta idéia nem passava pela minha cabeça, pois eu não podia imaginar compartilhar momentos da mais estrita  intimidade com pessoas completamente estranhas, de hábitos e  costumes diferentes. Acordar em casa alheia, partilhar a mesa, o banheiro..não, nem pensar. Veja que se eu tivesse 18 anos esta questão não seria objeto de cogitação, pois nosso filho caçula fez intercãmbio em Oxford, e a primeira exigência nossa foi a de que ficasse numa casa de família. Parecia mais seguro. Conosco é diferente, a circunstância é outra. O tempo agrega exigências ligadas a qualidade de vida, bem estar, das quais não pensamos abdicar. E este já é um diferencial entre o intercâmbio na juventude e na maturidade.
Muitas conversas depois... ficou decidido o tempo: que de 6 meses passou a quatro, com mais um mês para  outras viagens.
Uma vez definido o período, passamos a segunda etapa, a escolha da cidade. Para mim não havia dúvidas pois a cidade européia que mais me encanta é Londres, cosmopolita, com parques belíssimos, teatros, museus, castelos e tantas atrações. Mas o Toninho não tem esta mesma visão e balançou com propostas de outras belas cidades do Reino Unido. Esta questão só ficou solucionada de vez com a opção pela escola.  Recorremos a várias empresas especializadas  para ter uma noção de preços e mais informações gerais sobre o tema. Ficamos decepcionados com a inflexibilidade dos pacotes. Esquemas rígidos não davam margem a adequação aos nossos interesses e necessidades.Os detalhes serão  objeto do próximo encontro..Bye!

Pontos turísticos de Londres - Wikipédia, a enciclopédia livre

Pontos turísticos de Londres - Wikipédia, a enciclopédia livre

terça-feira, 22 de junho de 2010

Terceira idade também busca intercâmbio

Aprendiz - Guia de Empregos
Terceira idade também busca intercâmbio
Karina Costa
Ultrapassando as barreiras colocadas por si mesmos e pela sociedade, os idosos têm buscado recuperar sua hiperatividade juvenil na terceira idade. Alguns procuram o mercado de trabalho, outros, o bem-estar por meio do esporte e, atualmente, o intercâmbio também é uma possibilidade.
Tanto é fato que muitas agências do ramo tem criado pacotes de intercâmbio para atender essa demanda. “Temos parcerias com três escolas na Inglaterra e Espanha para oferecer cursos de idiomas e atividades culturais e de turismo por meio de um programa específico de nossa agência”, conta a gerente de produtos da Centra de Intercâmbio, Luiza Vianna.(...)
leia mais em:
http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/ci/ge210807.htm

PELO MUNDO: Terceira idade também quer experimentar intercâmbio

PELO MUNDO: Terceira idade também quer experimentar intercâmbio
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